Perdoa-me Senhor pois hoje
te encontrei ...ei ...ei
30.5.02
Feriadão de metal na veia! Enquanto terminava a versão beta de um texto e
esperava o Paulo ( que saiu antes d'eu chegar ) na rede, puxei muita coisa do
Maiden. Incluindo um cover deles de "The Hellion-Eletric Eye" do Judas
Priest, cantado pelo Paul Di' Anno. Esta comprovado. Fãs de metal não são
assim tão viados. Sei lá ... algumas vezes eu acho que eu mudo de opinião
muito rápido ...
Em todo o caso, como faz tempo que eu não posto uma imagem prá encher o
saco de quem tem modem lerdo ...
Aproveite e visite o site do cara, Benkyo Tamaoki. Só por
curiosidade, ele é um dos responsáveis pela versão em mangá de Blood, The
last Vampire.
Os
Normais. Nunca tinha visto, mas é um excelente sitcom nacional ...
A
tensão sexual entre os repórteres da Globo e a seleção brasileira. A
cobertura da emissora nessa copa tá beirando a promiscuidade ...
Tom
Cruise, cujo novo filme, em parceria com o Spilberg, possui um conceito novo
e desafiador, um mundo futuro onde os assassinos são presos antes de
cometerem seus crimes, graças a previsões de psiônicos.
Caem:
Todas
as novelas da Globo, de repente preocupadas com causas sociais, como combate
às drogas, crianças excepcionais, e reabilitação de deficientes físicos.
Tudo abordado de maneira superficial e patética ...
O
Belo. Esse caiu do cavalo feio, e, se querem saber, aposto que isso é só a
ponta de um iceberg que pode mostrar, afinal de contas, vai o dinheiro do tráfico
de drogas, e essa tolerância que a classe artística tem para com o ilegal,
seja com os bicheiros que financiam escolas de samba, seja com seus colegas
que matam, como Alexandre Pires.
Steven
Spilberg, que vai enfiar no nariz um pusta dum conceito legal e a
oportunidade de fazer um sucesso de bilheteria de qualidade com seu novo
filme, ao lado de Tom Cruise. Podem esperar por um monte de cenas a lá
Matrix e um final bem babaca e facinho de engolir ...
A
Besta que lhes escreve,que
confunde trocadilhos com tentativas de apontar erros que não existem, não
lê os fics que lhe mandam e anda errando tanto na digitação que agora faz
tudo no word e transplanta pro front page.
Marcus Winicius, no hope, no live, just pain, and fear (
mas o maiden continua maiden ... )
Pequeno comentário sobre um grande jogo. Terminei ontem
Tactics Ogre pro Game Boy Advance, e ele acaba de abocanhar o título de
“melhor Rpg estratégia que eu já joguei”, e isso vindo de um fã babão de
Dragon Force. Dezenas de personagens, side-quests legais, combos de itens, um
sistema de emblemas que lembra tanto seus acertos quanto seus erros, técnicas
exclusivas para determinados personagens, classes de personagens muito legais, mágias
apelonas e um enredo que não é assim nenhum primor de originalidade mas é
tremendamente bem conduzido e é ate ousadinho. Isso prá não falar de uma
tremenda batalha épica que durou das sete horas até as duas da manhã, o que
atrapalhou todos os meus planos ... mas tudo bem ... mancada minha ao escalar o
time final e uma pausa prá T.V. no meio. Ao terminar o jogo, ele salva os itens
que você conseguiu na ultima fase, mas manda você para um uma fase anterior,
sem nenhum personagem morto. Ou seja, quer dar finais alternativos? Então pode
deixar alguns personagens centrais da trama morrerem na ultima batalha, não
precisa fazer todo o jogo de novo, e nem se preocupar em matar aquele personagem
querido e ultra importante para suas estratégias. Em uma palavra fantástico. Só
não é melhor por conta das batalhas ultra longas. Para quem joga em emulador e
pode salvar à a qualquer hora, tudo bem. Só que ficar tanto tempo assim
olhando prá’quela telinha escrota do Game Boy Advance deve ser muito
desconfortável. Além disso, o jogo possui uma quantidade enorme de detalhes gráficos
difíceis de reparar em tamanho pequeno, a falta de uma função de rotação do
cenário já atrapalha em um monitor de 15 polegadas, que dirá em uma telinha
daquelas ... Ok, Ok ... é possível suspender e salvar a situação da batalha
a qualquer momento no seu turno, mas quem vai fazer isso de bom grado em
momentos decisivos e de alta emoção como a batalha decisiva? É um jogaço,
mas seria ainda melhor se tivesse sido feito para Playstation 2 ou Game Cube. É
claro que ai você não conseguiria se viciar nessa maravilha de graça usando
um bom computador, simplesmente clicando aqui ... Altamente recomendado.
Ah ... fã de Heavy metal também adora ser bicha, daquelas
egoístas, que peidam debaixo da coberta e se cobrem só pra não dividirem seus
gases com o mundo ... Que saco! Deixem eu baixar Tail gunner!
Marcus Winicius, climb into the sky, never wonder why
Vi um cara chorando que não existem fãs do Weird All
Yankovich por ai ... ora bolas, eles até que existem. O saco é que você não
vê promoções de CD’s dele no extra, e todo mundo de quem você tenta baixar
músicas adora cortar seu barato. Já perdi a conta de quantas vezes já tentei
puxar “What if god smoked cannabis?” e o pessoal não deixa.
Ou seja, os fãs de Weird All se fecham em um gueto,
e os seus Cd’s deveriam ser fansubados e ... E eu devo ter me perdido em algum
lugar nesse raciocínio ...
Marcus Winicius, I stuck my wennie in a botle baby.
O rapaz de vinte e um anos dirigiu por mais de 6 horas, mas
não esta cansado. Quando chega à casa de Kelly e bate à porta, ele só pensa nela, em tudo o que falaram enquanto estavam no chat da
universidade, nos e-mails que trocaram, e, como é inevitável para os românticos
de qualquer idade, nas juras de amor eterno que fizeram. Os segundos que a porta
demora para abrir são enormes, parecem horas, e, mesmo quando a porta começa a
abrir, o jovem pode contar cada nota que compõe a melodia da porta se abrindo,
só não sabe identificar exatamente que tipo de música seria aquela. Talvez
uma valsa ...
Depois de uma eternidade, a porta finalmente se abre.
Lá, não esta Kelly, mas um homem de mais ou menos trinta e um anos. Seu irmão.
Tudo bem, ele pensa. Ela já havia falado dele. O homem diz para o rapaz que
Kelly não esta, que entre e espere na sala, ela não deve demorar. O rapaz
entra, olha tudo à volta, senta no sofá, enquanto o homem fecha a porta e diz
que vai arranjar algo que eles possam comer. O rapaz senta em um sofá,
apreensivo. Na mesa de centro, uma revista de computação. Paixão tanto dele
quanto de sua amada. Só de pensar que as mãos de Kelly já tocaram aquele
objeto, agora praticamente santificado, ele começa a folhear a revista, atrás
de quem sabe o que ... Quem sabe uma anotação com a caligrafia dela, um fio de
seu cabelo entre as páginas ...
Na pressa, não nota uma página recortada, sobre
jovens que passam muito tempo em frente ao computador, em salas de bate papo. Se
o fizesse, notaria que o espaço que faltava casava perfeitamente com a única
foto que Kelly havia mandado para ele pela rede. Ai, quem sabe, teria percebido
algo errado, se levantado dali e fugido. Não o fez. E não percebeu que a porta
rangendo era sua marcha fúnebre, composta pelo suposto irmão de Kelly, que nem
existia. Era o homem, o tempo todo, quem mantinha contato com ele por e-mail e
chat. E foi ele também que encostou uma espingarda 22 na nuca do rapaz e
disparou. O pobre rapaz morreu imaginando uma vida perfeita, e sem jamais saber
o porque de tudo aquilo. Ninguém no Mundo, jamais saberia a razão de tudo
aquilo.
-X-X-X-
A história que vocês acabaram de ler é real. Os nomes só
não foram citados para não forçar demais a memória de um homem doente, e se
passou no Texas, dois anos atrás. Não fosse pelos arquivos no computador do
rapaz e, posteriormente, do homem de trinta e um anos diversas vezes rejeitado
pela faculdade em que o rapaz estudava, jamais seria identificado um corpo com
um tiro calibre 22 na nuca, achado em avançado estado de decomposição. E,
apesar de possuir a arma do crime e do fato de que marcas do sangue do rapaz
foram encontradas em sua casa, sem um motivo sólido que o ligasse ao rapaz,
poucos júris condenariam o homem sem as provas digitais. O homem se suicidou
pouco tempo depois de ter finalmente confessado o crime, e nunca revelou as razões
que o levaram a manter a farsa e assassinar ao rapaz. Isso tudo só prá dizer
que mais uma vez os escritores de ficção científica pisaram na bola. Ninguém
previu o surgimento da Computação Forense, cada vez mais importante à medida
que mais crimes são cometidos com a ajuda do computador.
Não ... não foi só prá isso ... Eu queria falar que
muita da merda que ocorre na nossa vida vem das expectativas que mantemos,
baseados em merda nenhuma ... Uma foto, algumas palavras para quem queria
ouvi-las, e, pronto. Um rapaz de vinte e um anos pronto para morrer de uma
maneira estúpida, enquanto procurava a felicidade, seduzido por uma sereia
virtual, se arrebentando em um recife de chumbo.
Mas, se ela fosse real, as coisas não seriam
diferentes. Só se conhece uma pessoa depois de muito tempo de convivência.
Antes disso, nada é certo ... nada. Ansioso que estava, o rapaz teria se ferido
de qualquer jeito. Ansioso, que reação teria ao encontrar uma garota diferente
daquela com a qual sempre sonhara? Ele, também, ao seu modo, era louco. Se
Kelly existisse, naquela época, talvez não existisse hoje, no momento em que
quebrasse o mundo perfeito daquele rapaz. Ou ele, daria cabo de sua vida, se
imaginasse que o mundo com o qual havia sonhado só existia em sua mente.
Não ... não seria tão diferente ... só foi, aqui,
no mundo real, mais rápido.
Enquanto alguns têm problemas com inglês, eu e o html continuamos sendo um
belo casal de estranhos ... Dei uma bela mancada nos comentários do blog do
Mushi ... Oh Hell ... Sorry dear bug!
Como se não bastassem as coincidências da Petra com o Paulo, agora o pai
dela é meu xará ... as engrenagens do destino parecem estar rangendo, seu
ranger é quase um riso, um riso que ... um riso que relembra os das velhas
feiticeiras e banshees ...
Boa pergunta senhorita Petra ... Acho que Le Faye seria o mais correto, mas
os meus dois pricipais livros de mitologia estão fora de casa, enão não dou
certeza de nada. Mas, de mais a mais, isso foi traduzido de tantas fontes e
tantas vezes que é bem possível que qualquer forma esteja correta.
Falando em fontes, eu acho que comentaram um post desse blog em outro blog.
Mas como eu acho, que foi um comentário, nem sei se positivo eu não, eu me
abstenho de comentar mais alguma coisa nem sei, se alguma coisa sei ...
Hit the Road Jack é jóia mesmo. Mais ainda prefiro What i'd say, a música
que serviu de base para quem compôs a trilha sonora de Moon Patrol. Não que
alguém admita isso, mas que as músicas são muito parecidas ...
E eu queria ficar até altas horas no ICQ hoje mas não vai dar ... Crises de
insônia, vontade de gritar, quebrar tudo ... Argh! Ainda bem que eu não sei
pilotar, nem tenho uma moto. Se tivesse, juro que punha algumas coisas na minha
velha mochila de lona e ia daqui até a rota 66 ...
Marcus Winicius, ( todos juntos agora ) born, to be wiiilllddd ( let's do it
again! ) ... born, to be wiiilllddd!!!